Recordamo-nos da nossa pequenez.
Somos lembrados da nossa fragilidade.
Reganhamos noção da condição humana que nos é imposta no primeiro berro.
Abraçamos os vivos com mais força.
Lamentamos as discórdias e convívios cancelados com quem partiu.
Tentamos agarrar-nos às memórias, na esperança que não se transformem em pó.
Vivemos com mais intensidades os dias que se seguem, como se acordássemos de um longo coma.
Temos um apreço maior pelo caminho que fazemos até ao destino que nos unirá aos que foram.