a despedir-me de agosto

todos odiamos fins, mas o que é associado à areia que transportamos da praia à areia é sempre mais penoso.

tenho um amor intenso por só mais um mergulho, quero devorar todos os gelados edição especial, recuso-me a acordar tarde quando o sol já brilha à beira-mar.

daí ter esperança que nos dias de outono o sol, munido da energia que o ilumina, não desista já de nos iluminar com o seu abraço quente, ao ponto de não ter alternativa a não ser:

voltar a estender a toalha.