Pausar uma tarde e regressar àquela manhã, sabendo o que sei hoje.
Amaldiçoar todas as ânsias do amanhã, percebendo finalmente que não reside aí explicação nenhuma.
Garantir todas as memórias do passado, sem a necessidade de desejar que regressem.
Encaixar que, todas as vezes que me apercebo do presente, retorno a cada hoje: o de ontem, o de amanhã e aquele em que vivo enquanto escrevo esta palavra, esta também e até esta aqui.