Não é que goste propriamente delas agora.
Mas aprecio-lhes a beleza.
Sem fazerem muito, preenchem.
Enchem uma sala de cheiros lá de fora, de cores que contrastam com o cinzento das paredes e de beleza que prende o olhar.
Ainda que lhes tenha sido cortado o prazo de vida para o nosso deleite, compreendo o nosso egoísmo.
Permitem-nos uma saída para fora que evoca um regresso mais ternurento. Calmo. Presente.