Pelos vistos, ainda não é hoje que fico curada.
Ao invés de ficar chateada com a minha procrastinação no processo de cura, tento desligar-me da intelectualização das emoções e:
Senti-las.
Ainda que chorar a uma quarta-feira às 3 da tarde não seja o mais desejável, é o que está a acontecer.
E em vez de ter a pressa de esconder esta reação física que humedece o meu rosto, forço as minhas mãos a estarem quietas.
Ao obrigar-me a não cair na armadilha da higienização do que sinto, aproximo-me da crença de que não há soluções, e muito menos prazos.
Há isto; e eu preciso de o exteriorizar.