A força que eles têm

Dizem-nos para não atribuirmos a felicidade a forças externas.

Ela deverá habitar primeiro dentro de nós para que depois se espalhe (ou reflita, também já ouvi esta teoria) pelos outros.

Mas posso garantir que eles me fazem feliz; aliás, muitas vezes sou feliz por causa deles.

Às vezes é por causa de um convite para comer uma sande de ovo com queijo e presunto. Às vezes é por não aceitarem que fique em casa a um sábado à noite. Às vezes é por entenderem que tenho de ficar em casa a um sábado à noite.

E se por acaso já for feliz, então multiplico por vários números essa sensação cada vez que os vejo.

Quando me ponho a pensar no futuro, o turbilhão de pensamentos de um tempo que ainda não existe só acalma com esta certeza: vou tê-los sempre ao meu lado.

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