Prestes a regressar ao último espaço onde dançamos.
Prestes a voltar ao mesmo sitio onde acordávamos todos os dias com vontade de regressar este ano.
Prestes a cumprir a promessa que ficou no ar em 2022.
Mas nunca mais será contigo.
Nunca mais te vou abraçar às seis da manhã. Ou explicar aos outros o porquê de gostar tanto de ti enquanto o céu fica estrelado.
Não querendo cair na tentação de dizer que agora fazes parte dessa constelação, quero apenas berrar-te que:
Levo-te comigo para lá.
Levo-te comigo para todo o lado.