Ele passou e passa.
Com ele, a vontade de ler mais sobre isto. Perceber a condição. Resolver a causa. Tratar a fundo.
Revi-me nos estudos.
Entendi o porquê.
O que não percebi tão bem, é que entender o porquê não resolve.
Agora entendido, era tempo de não permitir que ganhasse voz.
Aí, percebi o desafio que seria, tantas vezes, perdido.
E cada vez que perco para o barulho que ele faz ou por não o conseguir calar, tento não concluir seja o que for.
Se o fizer, facilmente interpreto esses sinais como: destino.
Havemos de cair um no outro, eventualmente. Todo este loop fará, eventualmente, sentido.
Não.
Ainda que a solução também não esteja em racionalizar o que ainda sinto, talvez na inércia encontre a solução momentânea.
Para já, não entendo; mas também não ajo sobre esse imbróglio que sinto.
Por muito que me emocione, não posso deixar que uma razão imaterial ganhe terreno.
Afinal, e talvez desta vez, o este tempo de espera não seja um interlúdio para o desenrolar da história.