Tu cá, tu lá

Pela quantidade de desvios, desafios e mazelas por que já passaram, carregamos uma compreensão pela forma de ser dos que cá habitam há mais tempo.

Já com os mais novos, parece que a tentação de não cair na comparação é mais díficil; queremos muito perceber o porquê de terem tanta esperança que nos imaginamos com a mesma idade.

Primeiro, a memória mente.
Segundo, não é esse o caminho para os compreendermos.
Terceiro, cada geração tem a sua fisionomia.

Agora, como é que mantemos o olhar curioso quando vemos um adolescente, sem sentir o peso da superioridade? Como é que nos mantemos abertos a conhecê-los melhor sem histórias de “no meu tempo”?

Quero saber mais sobre este tempo em que vivem e em que, por acaso, também moro.

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