As letras estão à minha frente, mas a ausência de articulação está exposta.
Não sei como os definir, quantificar ou alojar.
Apoderaram-se de mim, do que escolho ser e de como olho o mundo.
Sem eles, o percurso ficaria embaciado. Teria a coragem menos farta. A vontade de fazer mais, seria mais tolhida.
São eles.
Ainda que não seja por eles, são eles que impulsionam. Prometem. Ficam.
São eles; que ocupam toda a carne de que sou feita.