Acordei com a voz rouca e um voto de silêncio.
Até deixar de sentir esta comichão que assola a minha garganta, não serei capaz de falar com ninguém.
Por um lado, agradeço esta alergia.
Agora, sou capaz de justificar o nada que digo, apontando para a minha traqueia.
Cuidado: é preciso sempre dar razões que expliquem qualquer ausência de resposta, correndo o risco de sermos vistas como antipáticas.
Mas até que o sei ser, independentemente dos arranhões na garganta.