E começa

O mês que dá o mote às noites regadas de brindes, de cantorias desafinadas, de abraços longos, de romarias suadas, de pão com bifana, de vinho quente, camisola ao ombro, becos com histórias por criar e sestas em qualquer relva que se cruze no nosso domingo.

A pele mais escura, a pele com pele colada, o fim de tarde que se torna noite sem darmos conta.

O jardim com cores que não sabemos pronunciar, o piquenique que alerta as abelhas, a vontade de fazer sombra depois uma manhã virada para o sol.

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