Habituada a

Escolher a cor do meu vestido, sem conjugação a dois.

Assumir que vou sozinha, ainda que ao encontro deles.

Saber os horários para ter a certeza do regresso.

Caminhar do lado de dentro, por muito que o de fora fique vazio.

Ir, justificando a ação apenas a mim mesma.

Comer sem dividir, até porque raramente sobra.

Ficar numa qualquer cadeira, sem fazer contas.

Dizer que não mói, ainda que as vezes fosse preferível desabituar-me.

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