tenho pressa de sair mas enquanto pensamento pois a partir do momento que apalpo esse terreno, ainda fértil no sonho e pouco dado ao toque, penso no que deixo e no que fica.
enquanto só for possivel imaginar, agarro esse amanhã com a força de quem já o vive e não o quer largar.
depois, obrigo-me a voltar para este segundo, satisfeita com o vislumbre do futuro.
A geração de ORPHEU “cabriola” nos teus textos meu amor.
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