ainda que me deprima ouvir a chuva e ainda que me prive do mar tantas vezes, é o mês onde celebro esta estadia na terra e, mais importante, onde celebramos em conjunto as janelas abertas para os outros, as opiniões que se querem livres, o andar sozinha que agora é condenado e visto como desnecessário num mundo onde os homens se acham aliados mas ainda tropeçam na culpabilização da vítima.
é o mês que precisa de ser acarinhado, não esquecemos de como era antes por muito que ainda nem pisássemos este solo mas as lembranças de quem o viveu são suficientes para perceber que abril merece beijinhos, abraços e muitos cravos.