a tua perda tirou-me a ponta que faltava de medo que possivelmente ainda habitaria dentro de mim.
quando foste, ela também partiu.
fui relembrada da nossa pequenez a partir desse momento e recusei-me a viver baixinho.
quero tudo o que berro como prato ao almoço, quero tudo o que fica guardado na gaveta do sonho como mesinha de cabeceira.
quero; e é por isso isso que vou.