nem me lembro de voltar

sei que estou a apreciar esta nova sala de jantar onde trabalho às quintas e sextas quando até me esqueço que ela existe, noutro formato e tamanho, lá no Porto.

aliás, lá o conforto ganha; mas aqui, é-me garantido outro conforto: o de uma vida que tinha vindo a adiar, aquele longe-perto que permite matar a saudade quando ela se manifestar.

achei que iria senti-la no primeiro dia, mas a verdade é que ainda não deu sinais de vida.

hoje desço, para um aniversário especial e uma mala por encher, enquanto a outra que carrego comigo se vai enchendo de sonhos.

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