Enquanto olho para ti, percebo que não existe algo maior.
Parece que me olhas bem dentro dos olhos, até fico com medo do que possas descobrir.
Sei que me conheces por inteiro e elogio-te a capacidade de me aceitares; incondicionalmente.
À prova de qualquer passo mal dado,
Mesmo com um desvio no percurso,
O teu olhar tem sempre a resposta.
A mesma que andamos todo à procura
Em atalhos, sem necessidade…
Quantas vezes se apresenta à nossa frente,
Numa noite qualquer já comprida,
Quando me olhas, suspiras e voltas a dormir.
Chamo-lhe Amor;
Foi e sempre será Amor.
E todos os dias são teus.
Autor: Bruna Cunha
28 anos, com uma enorme paixão pela escrita e criação de conteúdo para meios digitais.
Licenciei-me em Ciências da Comunicação na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em 2015. Dois anos depois, tornei-me mestre em Comunicação, Arte e Cultura pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.