defino o que vou fazer mas esqueço-me sempre de guardar tempo para o que não vou cumprir: a arte do nada.
encho-me de planos mas sei que as férias só podem ser nomeadas dessa forma se me permitir cruzar da lista o que marquei e viver tranquilamente com essa decisão
em vez das três tarefas para a tarde, escolher uma: deitar-me na areia, deitar-me no sofá, deitar-me.
permitir esse desconforto de achar que o tempo não deve ser entregue à preguiça, quando é precisamente dela que preciso para saber estar de férias.