Este não é o passo final, nem tão pouco o momento que valida um sentimento — é uma comemoração.
É assim que olho para os casamentos. Principalmente para aqueles em que acredito profundamente, tendo em conta a quantidade de provas dadas no riso que não se perde, na mão que não larga, no silêncio em que tanto se diz.
A Maria e o Miguel são isso. E, provavelmente, são muito mais do que aquilo que consigo condensar em palavras.
São uma forma de estar virada para o bom. São (e ainda bem) crianças em corpo de adultos que tomam agora o passo maduro de se escolherem, tal como o fazem todos os dias.
Este gesto é maior, sim, mas tem o mesmo valor que os detalhes já carregam, e que em anos de namoro foram colecionando.
Queremos testemunhar-vos sempre, de perto.
Até logo.