“O processo de criação pode ser transposto para o momento em que o espetáculo está fechado e pronto a ser apresentado — pelo menos, é nisso que a Beatriz e Bruna querem que o público acredite.
No final, acreditam ter encontrado a poção mágica. E depois desse teste transmitido ao público em palco, elas sentem-se finalmente preparadas para iniciar o espetáculo.
E assim, terminam.”
Um resumo da sinopse que também pode ser sumarizado da seguinte forma: é um espetáculo de variedades que só acalma no fim (sendo que a definição de término é altamente subjetiva nesta peça).
Obrigada à nossa equipa incrível, a todos que nos apoiaram e aos que escolheram testemunhar as nossas macacadas.
Ao Jaime por ser mais louco do que nós.
Ao Rui por nos iluminar.
À Luisa por estar atenta a todos os pormenores.
À Palmilha Dentada por nos abrir as portas.
Ao Pedro pelas fotografias.
À Maria por nos deixar lindas.
À Mariana por receber as pessoas.
Ao Ivo por todo o trabalho gráfico.
Queremos levar este desabafo cómico a mais palcos e espalhar a loucura que nos une por Portugal e mais além.
Autor: Bruna Cunha
28 anos, com uma enorme paixão pela escrita e criação de conteúdo para meios digitais.
Licenciei-me em Ciências da Comunicação na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em 2015. Dois anos depois, tornei-me mestre em Comunicação, Arte e Cultura pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.