o mesmo dia há um ano

não sei bem o que andava a fazer, mas tenho a certeza que não sonhava com o que agora consigo tocar e ver à minha frente.

este processo de crescer e me tornar no que nem sequer poderia imaginar quando era criança mostra-me algo que jé desconfiava: não somos vamos a tempo de tudo, como devemos a nós próprios essa tentativa.

aqui, não tenho pressas. não tenhos objetivos SMART. mas tenho muita vontade de descobrir o dia de amanhã; é sempre lá que desenho uma realidade que fará parte da semana seguinte.

e assim sucessivamente, num cronograma da vida real que controlo, ainda que bem ciente do descontrolo que é não controlar porra nenhuma.

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