lá se vai o julho

o mês de voltar à raiz para lá adormecer,
o mês de ouvir os meus durante mais do que trinta minutos,
o mês de perceber, com os meus olhos e mãos, que tudo permanece igual

o mês do Azibo com quem cresci,
o mês de bater às capelas que mais quis visitar,
o mês que já grita pela pausa que agosto obriga

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