a penúltima de agosto

estou no Porto para um casamento, para a descoberta de barre, para conhecer o espaço da Inês e do Luis, para jantar em casa da Inês e do Vitor.

é sempre assim: o encaixe de tudo nos dias que empacotei com um propósito que se multiplicam por diversas atividades para tentar sentir que estou sempre por cá, ainda que mais a sul.

reparo que nada muda muito ao ponto de eu reparar, tudo se mantém mais ao menos como é e o mundo gira, tal como eles se movimentam, da mesma forma.

e não seria de outra forma se também eu me reconheço nesse espelho.

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