o mês de voltar à raiz para lá adormecer,
o mês de ouvir os meus durante mais do que trinta minutos,
o mês de perceber, com os meus olhos e mãos, que tudo permanece igual
o mês do Azibo com quem cresci,
o mês de bater às capelas que mais quis visitar,
o mês que já grita pela pausa que agosto obriga